Instituto de Estudos da Linguagem

IEL

Estudos Literários

   

Veja abaixo as publicações dos docentes da Unidade Acadêmica Especial de Letras e Linguística da Regional Catalão no campo dos Estudos Literários.

 

 

BORGES, Luciana, FONSECA, Pedro Carlos Louzada (Org.). A mulher na escrita e no pensamento: ensaios de literatura e percepção. Catalão, Go: FUNAPE/DEPECAC, 2013. 

A mulher na literatura

 A mulher na escrita e no pensamento: ensaios de literatura e percepção é uma coletânea de trabalhos que, por meio de diferentes perspectivas e focos críticos e reflexivos, pretendem discutir e analisar a escrita de mulheres e sobre mulheres na literatura, em cruzamento com os modos de pensar que circulam sobre o que se considera feminino em nossa sociedade. As múltiplas percepções e construções do feminino no pensamento ocidental e sua representação na literatura – e em textos de interface – compõem o tema comum em torno do qual se organizam os ensaios. No intuito de contribuir com o campo dos estudos feministas e de gênero, visivelmente consolidados no meio crítico brasileiro fora e dentro da academia, os ensaios apresentam possibilidades de leitura do literário mediante o escrutínio das imagens de mulher construídas nesse universo, bem como a revisão das concepções naturalizadas do feminino no estabelecimento das expectativas de gênero.

 

 

BORGES, Luciana; DIAS, Luciana de Oliveira; CARRIJO, Silvana Augusta Barbosa (Org.). Gênero, Linguagens e Etnicidades. Goiânia: FUNAPE/Ciar/UFG, 2013.

Gênero e diversidade

Os textos apresentados no livro Gênero, Linguagens e Etnicidades expressam resultado de investigação epistemológica cuidadosa, concretizada tanto por levantamentos bibliográficos criteriosos, quanto pela realização de pesquisas de campo aprofundadas. O intuito geral é fomentar um profícuo debate acerca de questões de gênero (gender), manifestas em práticas socioculturais e religiosas, vivências e relatos literários que revelam realidades de mulheres silenciadas, abrangendo também a dimensão das sexualidades não hegemônicas abordadas tanto na literatura, quanto na arte. A inserção da problemática do gênero no âmbito escolar também é examinada com a investigação de práticas educativas e de leituras que apontam a necessidade de abordar a perspectiva de gênero no ensino como processo fundamental e urgente frente a várias modalidades de preconceitos, sejam eles relativos ao gênero, à raça e etnia, à sexualidade, ou ainda a questões socioeconômicas e territoriais. Estas dimensões perceptíveis foram analisadas nas discursividades e práticas da comunidade escolar, sejam elas efetivadas por discentes, docentes, pais ou mães de alunos ou seus responsáveis. Partindo do pressuposto teórico e político de que a linguagem transcende uma função meramente instrumental para alçar-se a um mecanismo que instaura ideologias e valores que revelam e regulam relações de poder entre os membros de uma ordem social, os textos da presente coletânea tomam gênero como uma categoria performativa e discursiva, como um construto sociocultural constituidor da própria condição humana.

 

 

BORGES, Lucianas; FERNANDES JÚNIOR, Antonio (Orgs.). O corpo na literatura e na arte: teorias e leituras. Goiânia: FUNAPE / Ciar, 2013.

 

O corpo na literatura

 O corpo na literatura e na arte: teorias e leituras, é uma reunião de textos que focalizam a leitura de textos cuja construção se vincula à presença do corpo. No contexto da arte literária – em suas diversas modalidades e gêneros – e de outras artes – cinema, fotografia, e partindo de perspectivas teóricas diversas, mas que se afinam às questões contemporâneas, os textos exploram os vieses do corpo, suas nervuras e ranhuras, subsidiados pelo olhar iluminador da ficção ou das artes plásticas. Assim, os estudos culturais e de gênero, as formulações sobre o erotismo, as compreensões teóricas da identidade, a reflexão estética sobre os modos de compor|decompor o corpo, comparecem nos textos expondo um variado espectro de imagens corporais.  Em cada texto, os sujeitos e os corpos, de uma maneira ou de outra, são submetidos ao encontro com outros corpos, com a alteridade que os constitui/destitui, seja com o(s) outro(s) ou consigo mesmos, testando seus limites e possibilidades de enquadramento/formatação, ou não, a um dado modelo. Por isso, o corpo ultrapassa a sua condição de organismo estruturado por um conjunto de órgãos ou de uma anatomia e passa a compor outras relações com o mundo, resultando no enfrentamento com o erótico, o abjeto, com a (re)produção de identidades. 

 

 

Borges, Luciana. O erotismo como ruptura na ficção brasileira de autoria feminina: um estudo de Clarice Lispector, Hilda Hilst e Fernanda Young. Florianopolis: Mulheres, 2013.

Erotismo

O erotismo como ruptura na ficção brasileira de autoria feminina: um estudo de Clarice Lispector, Hilda Hilst e Fernanda Young, propõe uma leitura focada em um aspecto bastante específico da obra de três diferentes autoras da recente cena literária brasileira: a presença do erótico, seu procedimento de realização e argúcias de seu efeito mimético no discurso literário em cruzamento com questões de gênero e da condição feminina. O livro aciona hipóteses interpretativas oriundas dos próprios textos, seguindo movimentos de análise que mesclam campos teóricos variados, provenientes das áreas de conhecimento limítrofes à teoria literária. O intuito é observar o tratamento do erótico, do pornográfico ou do obsceno nas obras de ficção em estudo a partir de uma perspectiva de gênero que considera as noções de cânone e valor literário balizadas não apenas por aspectos estéticos, mas permeadas por uma política de estabelecimento e conformação do campo literário.

 

 

 

CARDOSO, João Batista; CAMARGO, Flavio Pereira (Orgs.). Estudos de ficção brasileira contemporânea: produção, recepção e crítica. 1ed. São Paulo: Fonte Editorial.

                                                         Estudos de Ficção Brasileira Contemporânea

Esta obra estabelece um olhar panorâmico sobre a literatura brasileira contemporânea, focalizando diferentes autores e obras que, no conjunto, formam um mosaico que expressa a tendência e as características dessa literatura nos tempos que transcorrem. Essa tendência traduz-se pela violência, pelo fantástico, pelo regionalismo mágico e, sobretudo, pelos excessos que marcam uma sociedade inserida num universo de fronteiras culturais diluídas. 

 

 

CARDOSO, João Batista, BALBINO, Evaldo; CUNHA NETO, F. Ferreira da (Orgs.). Literaturas ibero-afro-americanas: ensaios críticos. 1. ed. Goiânia: Editora da PUC Goiás, 2010.

Este livro foi organizado por João Batista Cardoso em colaboração com Evaldo Balbino e Fernando Ferreira da Cunha Neto e publicado pela Editora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás em 2010. A coletânea tem o propósito de apresentar aos leitores um mosaico de apreensões/interpretações de estudiosos sobre o que convencionalmente se chama ficção, aqui concebida como algo que impulsiona e dá diretivas, tornando-se, dessa forma, um dos sustentáculos do humano, desde que a espécie firmou-se no solo do minúsculo planeta que habitamos.

 

  

CARDOSO, João Batista. Um mapa da história sobre o mapa da ficção. 1. ed. Goiânia: Editora da UCG, 2009.

 

Livro escrito por João Batista Cardoso e publicado pela Editora da Universidade Católica de Goiás em 2009. Seu tema é o problema da relação entre texto e contexto no universo histórico e ficcional da América Latina, partindo do princípio de que a interação entre a história e a literatura latino-americana reflete a identidade cultural e ideológica entre as nações do continente. Essa identidade — aguçada no contexto histórico de um mundo globalizado — tem contribuído para a derrocada das fronteiras culturais entre os países.

  

  


CARDOSO, João Batista; CAMARGO, Flávio Pereira (Orgs.). Percursos da narrativa brasileira contemporânea: coletânea de ensaios. 1. ed. João Pessoa: Realize Editora, 2009.

 Este livro foi organizado por João Batista Cardoso em colaboração com Flávio Pereira Camargo e publicado pela Editora da Universidade Federal da Paraíba em 2009. Os textos que compõem a coletânea resultaram de pesquisas desenvolvidas em diversas instituições de ensino superior. Os percursos da narrativa brasileira contemporânea diversificam-se por espaços teóricos de abordagem que abrangem desde a literatura em sua imanência até aqueles aspectos textuais iluminados pelo olhar exegeta dos estudiosos que aqui compareceram com seus textos.

    

 

CARDOSO, João Batista; CAMARGO, Flávio Pereira (Orgs.). Percursos da narrativa brasileira contemporânea: coletânea de ensaios. 2. Goiânia: Editora da PUC Goiás, 2011.

Percursos da narrativa brasileira contemporânea (Vol. 2)

Dando sequencia ao primeiro volume lançado em 2009, os professores e pesquisadores João Batista Cardoso e Flavio Camargo reúnem nesta coletânea artigos que tematizam a narrativa brasileira contemporânea de autores como Caio Fernando Abreu, João Gilberto Noll, Haroldo Maranhão e José J. Veiga, dentre outros.

 

 

CARDOSO, João Batista. Literatura do cacau: ficção, ideologia e realidade em Adonias Filho, Euclides Neto, James Amado e Jorge Amado. 1. ed. Ilhéus: Editus - Editora da UESC, 2006.

   

Produzido por João Batista Cardoso e publicado pela Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz em Ilhéus, no ano de 2006. Enfatiza a literatura do cacau que ocupa lugar de destaque na literatura brasileira, não só devido à riqueza e diversidade dos textos, como também porque se caracteriza por uma postura humanista recorrente na intelligentsia nacional, desde o final do século XIX. Essa literatura é marcada também por uma redescoberta do Brasil, continuando uma tradição que, até ali, havia encontrado seu ápice em Euclides da Cunha, cuja obra enfocou a questão do oprimido e indicou possibilidades de superação.

  

 

CARDOSO, João Batista (Org.). Literatura e prática docente: Pontos e contrapontos Goiânia: Editora da PUC Goiás.

 Literatura e Prática Docente

Esta coletânea de ensaios críticos aborda os desafios colocados pela modernidade à prática docente. Na época em que vivemos, há uma diversidade de suportes para o texto assim como distintas maneiras de abordar a literatura. Se antes o acesso ao texto literário
estava restrito ao livro impresso em papel, hoje, na era tecnológica, o livro é apenas mais um dos recursos para leitura. Essa fragmentação de recursos induz à concepção de que a discussão do ensino de literatura deve ser tão abrangente quanto possível para que se possa dar conta da diversidade. Fiel a esse princípio, esta obra, a despeito de estar restrita à forma impressa, reservou também um espaço para discutir a literatura em meio virtual, o que aponta para a diversidade da apresentação. Da mesma forma, o tema não ficou restrito a um de seus aspectos, na medida em que os autores abordam a questão da intertextualidade, do conto de fadas, da literatura de mulheres e do letramento literário, entre outros. Houve, portanto, na concepção deste livro, a pretensão de diversificar a discussão, para possibilitar a abrangência do tema por meio de várias faces.

 

 

CARDOSO, João Batista (Org.). Olhares críticos sobre a literatura na prática docente. Goiânia: PUC, Editora América, 2012.

                                         livro

Esta obra reflete, como o título aponta, a preocupação com a interlocução entre literatura e ensino. As opiniões sobre essa interação são, às vezes, divergentes, considerando que há aqueles que não admitem o texto literário como instrumento de aprendizagem e os que entendem que a recepção da obra literária pode transcender a camada estética e a fruição. Nosso entendimento é de que, independentemente das posições, a inserção do texto na sala de aula não pode ser feita sem planejamento, sem que o professor tenha em mente o que, de fato, pretende com o texto entre seus alunos. Essas ponderações encontram ressonância nos diversos capítulos.

 

  

CARDOSO, João Batista (Org.). Outras vozes na ficção: reflexões. Goiânia: Editora América, 2014.

Outras vozes na ficção

Em sua relação com o contexto, o texto literário exprime o que a historiografia omite. Dessa forma, a literatura permite que o diálogo entre o homem e sua realidade possa fluir de tal maneira que deixe aflorar as contradições presentes nessa relação. Fiel a essa assertiva, esta obra toma a literatura como um espelho para as angústias e os devaneios da sociedade a que se vincula, na medida em que estuda, no âmbito da ficção, a situação do homem submetido à ditadura do consumo, a pobreza que leva muitos à condição de favelados e a buscar alimentos no lixo, encontrando também a morte, a questão dos retirantes que, saindo do norte em busca da sobrevivência no sul, ficam pelo caminho, explorados por outros, sem condições de seguir em frente, nem retornar para a terra ancestral, os fatos políticos nos espaços esquecidos do interior do Brasil, onde as relações de coronelato apenas mudam de nome, mas permanecem com o mesmo conteúdo.

 

 

 

CARRIJO, Silvana Augusta Barbosa; BORGES, Luciana; DIAS, Luciana de Oliveira (Orgs.). Gênero, Linguagens e Etnicidades. Goiânia: FUNAPE/Ciar/UFG, 2013.

 

Gênero e diversidade

Os textos apresentados no livro Gênero, Linguagens e Etnicidades expressam resultado de investigação epistemológica cuidadosa, concretizada tanto por levantamentos bibliográficos criteriosos, quanto pela realização de pesquisas de campo aprofundadas. O intuito geral é fomentar um profícuo debate acerca de questões de gênero (gender), manifestas em práticas socioculturais e religiosas, vivências e relatos literários que revelam realidades de mulheres silenciadas, abrangendo também a dimensão das sexualidades não hegemônicas abordadas tanto na literatura, quanto na arte. A inserção da problemática do gênero no âmbito escolar também é examinada com a investigação de práticas educativas e de leituras que apontam a necessidade de abordar a perspectiva de gênero no ensino como processo fundamental e urgente frente a várias modalidades de preconceitos, sejam eles relativos ao gênero, à raça e etnia, à sexualidade, ou ainda a questões socioeconômicas e territoriais. Estas dimensões perceptíveis foram analisadas nas discursividades e práticas da comunidade escolar, sejam elas efetivadas por discentes, docentes, pais ou mães de alunos ou seus responsáveis. Partindo do pressuposto teórico e político de que a linguagem transcende uma função meramente instrumental para alçar-se a um mecanismo que instaura ideologias e valores que revelam e regulam relações de poder entre os membros de uma ordem social, os textos da presente coletânea tomam gênero como uma categoria performativa e discursiva, como um construto sociocultural constituidor da própria condição humana.

 

CARRIJO, Silvana Augusta Barbosa. Trama tão mesma e tão vária: Gêneros, memória e imaginária na prosa literária de Lya Luft. Porto Alegre: Editora Prismas, 2013. 

Silvana

A prosa literária da escritora gaúcha Lya Fett Luft (1937) caracteriza-se por um conjunto recorrente de imagens, símbolos e mitos, dispersos numa multiplicidade de formas textuais.Romances, memorial de infância, ensaios, romance ensaístico, crônicas, fábulas e contos constituem as modalidades textuais de sua prosa, paralela à produção de textos poéticos. A presente obra examina, numa perspectiva panorâmica, o diálogo estabelecido entre ficção, reflexão e memória no todo da prosa literária luftiana, através de um corpus literário principal a compreender os romances As parceiras (1980), O quarto fechado (1984), A sentinela (1994), O ponto cego (2003), o memorial de infância Mar de dentro (2002) e o livro de crônicas Pensar é transgredir (2004). Corroborando a análise desse corpus literário principal, é também examinado um corpus literário secundário formado pelos romances A asa esquerda do anjo (1981), Reunião de família (1982), Exílio (1987) e pelos textos de reflexão Secreta mirada (1997), Histórias do tempo (2000) e Perdas e ganhos (2003). 

 

 

 

 

CAVALCANTE, Maria Imaculada. Lugares e estações da literatura e da pintura no romance moderno. Goiânia: DEPECAC/UFG.

Lugares e estações  

Sabemos que o entendimento da relação entre arte e pintura pressupõe uma educação do olhar, da sensibilidade e da percepção estética tanto para o artista quanto para o leitor e o crítico e que essas relações obtiveram da sociedade valores diferentes no tempo e no espaço. Portanto, os estudiosos e interessados pelos estudos interartes, especificamente pelas relações entre literatura e pintura, têm muito a vislumbrar a partir das análises e discussões de personagens dos romances estudados pelos organizadores desta coletânea, escrita com sensibilidade acurada e teor crítico persuasivo.

 

 

 

FERNANDES JÚNIOR, Antonio; BORGES, Luciana (Orgs.). O corpo na literatura e na arte: teorias e leituras. Goiânia: FUNAPE / Ciar, 2013.  

 

O corpo na literatura

 

O corpo na literatura e na arte: teorias e leituras, é uma reunião de textos que focalizam a leitura de textos cuja construção se vincula à presença do corpo. No contexto da arte literária – em suas diversas modalidades e gêneros – e de outras artes – cinema, fotografia, e partindo de perspectivas teóricas diversas, mas que se afinam às questões contemporâneas, os textos exploram os vieses do corpo, suas nervuras e ranhuras, subsidiados pelo olhar iluminador da ficção ou das artes plásticas. Assim, os estudos culturais e de gênero, as formulações sobre o erotismo, as compreensões teóricas da identidade, a reflexão estética sobre os modos de compor|decompor o corpo, comparecem nos textos expondo um variado espectro de imagens corporais.  Em cada texto, os sujeitos e os corpos, de uma maneira ou de outra, são submetidos ao encontro com outros corpos, com a alteridade que os constitui/destitui, seja com o(s) outro(s) ou consigo mesmos, testando seus limites e possibilidades de enquadramento/formatação, ou não, a um dado modelo. Por isso, o corpo ultrapassa a sua condição de organismo estruturado por um conjunto de órgãos ou de uma anatomia e passa a compor outras relações com o mundo, resultando no enfrentamento com o erótico, o abjeto, com a (re)produção de identidades. 

 

 

 

 

 

SILVA, Alexander Meireles da. Literatura inglesa para brasileiros. 2ed. Rio de Janeiro: Ciência moderna, 2005.

Literatura Inglesa para brasileiros

Literatura Inglesa para Brasileiros apresenta-se como uma obra que preencherá as lacunas, ora abertas, na bibliografia disponível. A amplitude do tema - da literatura anglo-saxônica à literatura pós-moderna - em nada compromete sua consistência teórica. Pelo contrário, os assuntos são tratados com a profundidade necessária ao escopo da obra, em linguagem leve, atraente e acessível àqueles que iniciam seus estudos em literatura inglesa.